quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
FOTOS MOSTRAM A EXTRAVAGANTE VIDA DE KIM DOTCOM, O FUNDADOR DO MEGAUPLOAD, QUE FOI PRESO

O
milionário Kim Dotcom, fundador do mais famoso site de compartilhamentos, o
Megaupload, foi preso e teve seu site fechado pelo governo americano. Segundo o
FBI, o site de Kim facilitava downloads ilegais de conteúdo protegido.
Bom,
além de chamar atenção pelo encerramento das atividades do Megaupload, a prisão
também chamou atenção para os hábitos nada convencionais de Kim Dotcom.
Para
você ter ideia, Kim mudou-se da Alemanha para a Nova Zelândia, onde mudou de
nome e construiu um verdadeiro império.
Entre
seus bens estão algumas mansões, iate, armas e muitos carros, que recebem
placas especiais, como se fosse uma carteira de identidade.
Confira algumas fotos que
ajudam a ilustrar a riqueza do rapaz.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
FESTA DE ANIVERSÁRIO DE NOSSO AMIGO DR. MIRO PEREIRA
Toda a galera de PORTEL está convidada para vir curtir o aniversario do nosso amigo Dr. Miro Pereira.
Será no dia 20/11/2011 no próximo domingo no camel, com bingão, para que possamos promover um NATAL SEM FOME AOS NOSSOS RIBEIRINHOS.
Mais de 20 MIL REAIS EM PRÊMIOS, incluindo uma moto HONDA NOVINHA NO VALOR DE 7 MIL REAIS.
Teremos como atrações MAURO BENTES e BANDA, Wood House o Grupo de Pagode PONTO SEM NÓ, um dos melhores do Pará, e a Banda GAROTÕES DO FORRÓ, Portel MERECE!!!
Ouvir a música
Em nossa festa você vai se divertir e ter a oportunidade de ajudar quem mais precisa. Chame os amigos e toda a sua família, TODOS SERÃO BEM VINDOS!
Este evento tem o apoio de Dr. Miro Pereira.
Mais informações pelo fone: (91) 8127-3645
ESTAMOS AGUARDANDO VOCÊ!!!
domingo, 6 de novembro de 2011
O LUNDU MARAJOARA
O LUNDU MARAJOARA
O "Lundu" é uma dança de origem africana trazida para o Brasil pelos escravos. A sensualidade dos movimentos já levou a Côrte e o Vaticano a proibirem a dança no século passado. No Brasil o "Lundu", assim como o "Maxixe" (a dança excomungada pelo Papa), foi proibido em todo Brasil por causa das deturpações sofridas em nosso país. O Lundu não é “apenas” uma dança. Seus passos remontam um ritual de aproximação, um processo de conquista. É desejar incessantemente o seu par e lutar por ele. Mantendo os olhos, as mãos e todo o restante do corpo envoltos numa dinâmica sensual, que envolve não apenas quem dança, como também quem a assiste. Na coreografia, as mulheres relutam, se esquivam, mas depois cedem aos encantos dos pares masculinos: saem do salão deixando no ar a idéia do encontro final.
Mas, mesmo às escondidas, o Lundu foi ressurgindo e se tornou uma das danças mais tradicionais especialmente no norte do Brasil.
No Pará, houve algumas modificações, principalmente na indumentária, que o fizeram ganhar uma denominação específica, o Lundu Marajoara, devido ter se estabelecido principalmente na Ilha do Marajó.
“É a dança mais bonita que eu já vi na vida. Desde as festas juninas no colégio, sempre considerei sortudos aqueles que eram escolhidos para o Lundu”, diz a dentista Carla Oliveira em nosso bate papo sobre este tema.
COREOGRAFIA:
A dança simboliza um convite que os homens fazem às mulheres "para um encontro de amor sexual". O "Lundu", considerado ao lado do "Maxixe ", uma dança altamente sensual, se desenvolve com movimentos ondulares de grande volúpia. No início as mulheres se negam a acompanhar os homens mas, depois de grande insistência, eles terminam conquistando as mulheres, com as quais saem do salão dando a idéia do encontro final.
ACOMPANHAMENTO MUSICAL:
Rabeca (violino), clarinete, reco-reco, ganzá, maracás , banjo e cavaquinho.
INDUMENTÁRIA:
Com as adaptações locais o "Lundu" sofreu diversas modificações, principalmente na indumentária. Ao contrário do primitivismo africano, apresenta todas as características marajoaras, razão por que passou a ser chamado de "Lundu marajoara". As mulheres se apresentam com lindas saias longas, coloridas e bastante largas, blusas de renda branca, pulseiras, colares, brincos vistosos e flores no cabelo. Os homens vestem calças de mescla azul-claras e camisas brancas com desenhos marajoaras. Os pares se apresentam descalços.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
MUSEU DO MARAJÓ
O delírio genial de padre Gallo
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Concebido por Giovanni Gallo, padre italiano de gênio visionário, o Museu do Marajó, em Cachoeira do Arari, é uma instituição incrível que explica a vida marajoara com o uso de aparatos artesanais interativos, batizados por seu criador de “computadores caboclos” |
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| ...Caixa de surpresasDa esquerda, sentido horário: um salão do Museu; painel com palavras brasileiras de origem tupi; Padre Giovanni Gallo; fachada do Museu do Marajó, em Cachoeira do Arari. |
Padre Giovanni Gallo (1927- 2003) era italiano, de Turim. Mas gostava de ser chamado Jovano, Galinho, ou Garnizé. Para as crianças de Cachoeira do Arari, na Ilha de Marajó, era simplesmente o Lalá: A bênção, Lalá! Afinal, todo marajoara que se preze pede a bênção aos mais velhos e tem um apelido dado por amigos.
Desde o primeiro dia em que colocou os pés nesta ilha arcana e povoada de mistérios, padre Gallo sentia-se marajoara. De corpo e alma. O seu coração mandou e ele prontamente disse sim: naturalizou-se brasileiro.
Da infância humilde em Turim, padre Gallo lembrava-se de que gostava muito de ler e estudar. Mas não guardou nenhuma recordação da visita que Jesus lhe fez, quando teve meningite e foi desenganado pelo médico – como seu pai afirmava aos quatro ventos. O velho contava que certo dia, no período da doença, ao voltar da igreja onde fora pedir que os anjos acolhessem o filho moribundo, encontrou o menino alegre e descrevendo para os demais a visita celestial que acabara de receber.
Giovanni guardava também a lembrança viva de que, aos seis anos, percebeu que havia algo errado com os seus olhos: era incapaz de distinguir as cores. Envergonhado, sempre escondeu a deficiência. Mais tarde, na Sardenha, quando já era sacerdote ordenado da Companhia de Jesus, constatou ter acromatopsia quase total. Das dez mil gradações de cores percebidas por um olho normal, ele só distinguia dez. Padre Gallo, no entanto, enxergava com os olhos da alma.
Aos 40 anos, ofereceu-se para trabalhar no Brasil, na Ilha de Marajó, da qual apenas ouvira falar. Chegou a Jenipapo no início da década de 70, e foi um choque. Nesse vilarejo no interior da ilha, todo construído em palafitas – da igreja ao mercadinho –, não havia água, luz ou telefone, e a comida era precária. Não havia posto médico.
No jardim-de-infância, encontrou só duas escovas de dente – uma para os meninos e a outra para as meninas. “Poderia estar na Suíça ou na Escandinávia, mas estava em Marajó. Confortava- me o fato de ter escolhido uma missão que, apesar de difícil, reservava para mim muitas satisfações como padre e como homem”, refletia ele.
Com muito esforço, o padre construiu o posto de saúde de Jenipapo e passou a sonhar com uma escola que fosse além da quarta série. Ao mesmo tempo, pensou no que fazer para incentivar, em toda a comunidade, o interesse pelo estudo e pelo conhecimento.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO
Poderíamos mostras dezenas, centenas de projetos com abrangência para jovens e adultos de várias camadas sociais através da música, trabalhos que contribuem para o desenvolvimento de valores, dignidade, cidadania e aguçamento do seno crítico por parte de quem pratica ou estuda a música.
Pensando assim, a música não pode estar desconectada do processo de ensino-aprendizagem da escola. A vivência musical para a criança, em geral é extremamente agradável. Ela aprende novos conceitos e desenvolve diferentes habilidades, melhora a comunicação, criatividade, coordenação e a memória.
“A música é uma força geradora de vida, uma energia que envolve o nosso ser inteiro, atuando de forma poderosa sobre o nosso corpo, mente e coração. Além de alegrar, unir e congregar mensagens e valores, disciplinar e socializar, a música forma o caráter e favorece o desenvolvimento integral da personalidade, o equilíbrio emocional e social” (Profª, Míria Therezinha Kolling).
Mostramos aqui um vídeo feito no evento “Nazaré em todo canto” onde é registrada uma apresentação gloriosa de crianças de uma escola pública do bairro de curuçambá em Ananindeua. O projeto que é liderado pelo músico Mario Mousinho e tem apoio da prefeitura, é um verdadeiro exemplo de como a música pode ser uma alternativa para a transformação positiva e um novo despertar na vida de todos
O grupo, formado por 16 crianças e adolescentes, não se intimida diante da câmera e participa do ensaio mostrando que o universo da música também pertence a eles.A animação dos componentes da banda é contagiante e as letras cantadas levam à reflexão. Na música “Sopa de Papelão”, o grupo mostra o paradoxo de convivermos em cidades com diferenças tão grandes entre os mais ricos e os mais pobres. “Cidade grande e bonita e seus arranha-céus/ enquanto os morros comem sopa de papel...”.
Já em “Desative seus preconceitos” os meninos e meninas do Cervac enfatizam que para mudar a realidade basta atitude “Acredite que vai dar certo, se você estiver por perto/dando amor, dando carinho, nunca vou estar sozinho...”, entoam.Manoel Santana, um dos fundadores da banda, diz que se sente muito feliz com o trabalho. “A música tem força de melhorar a qualidade de vida e estacionar algumas deficiências. O prazer com que eles se empenham a aprender é o estímulo da felicidade”, garante. O professor também se orgulha de estar junto com o grupo na busca por reconhecimento, igualdade e em minimizar o preconceito.
Além da banda, o Cervac também mantem o grupo de dança Arco Iris dos Sonhos, composto por 16 adolescentes, entre eles oito portadores de deficiência.
Fonte: AMAM/ Viva Pernambuco
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
CURRALINHO: HOMEM É OPERADO APÓS INTRODUZIR GARRAFA DE CERVEJA NO ÂNUS
Nossa intenção jamais será a de sacanear com os queridos irmão marajoaras do Município de Curralinho, mas não da pra deixar de ver esse vídeo e não se divertir com o mesmo, embora o ocorrido já tenha acontecido há algum tempo, vale apena conferir.
O lavrador Leonaldo Santana (46), morador do município de Curralinho, na Ilha de Marajó, precisou de ajuda médica após introduzir uma garrafa de cerveja no ânus. O mais curioso é que o agricultor cuidou de por água no recipiente antes de empurrá-lo.
Segundo o próprio lavrador, o ato não é novidade em sua vida, pois já o pratica ‘desde novo’; desde os seus 10 anos de idade.
Em seu relato, Leonaldo conta que estava sozinho em casa quando começou a realiza seu estranho fetiche. Envolvido no ‘climax’, só percebeu que havia perdido o controle sobre a garrafa quando não conseguia mais tirá-la.
Sem o menor constrangimento, Leonaldo confessou que até antes do momento de desespero só estava sentindo prazer com a garrafa.
Leonaldo virou piada na cidade, ainda mais por estar coincidentemente usando justamente um boné com propaganda dúbia.
Segundo o próprio lavrador, o ato não é novidade em sua vida, pois já o pratica ‘desde novo’; desde os seus 10 anos de idade.
Em seu relato, Leonaldo conta que estava sozinho em casa quando começou a realiza seu estranho fetiche. Envolvido no ‘climax’, só percebeu que havia perdido o controle sobre a garrafa quando não conseguia mais tirá-la.
Sem o menor constrangimento, Leonaldo confessou que até antes do momento de desespero só estava sentindo prazer com a garrafa.
Leonaldo virou piada na cidade, ainda mais por estar coincidentemente usando justamente um boné com propaganda dúbia.
Confira o vídeo
Fonte: Pbagora
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